- Coordenação: Emelice Prado Bagnola
- Professores: Claudia Regina Santa Silva, Emelice Prado Bagnola, Georgia De Sordi, Guilherme Pimentel, Laura Mansin
- Frequência: Quinzenal, às sextas-feiras
- Datas: 14/08, 28/08, 11/09, 25/09, 09/10, 30/10, 04/11 e 18/12
- Horário: das 18:00 às 19:30
- Modalidade: Presencial
- Local: Unidade Campinas
- Inscrições: Secretaria do CLIN-a
O que o ato ensina na clínica?
Se ele ensina, daremos ao curso proposto, o valor de um programa de investigação, partindo das sutilezas extraídas por Freud, em seu desejo de saber, continuado por Lacan e Miller.
“No sentido de travessia (…) encontraremos o ato na entrada de uma análise. Ainda assim é algo que merece o nome ‘ato’: decidir fazer o que se chama uma psicanálise, com tudo que isso implica, com certo envolvimento que essa decisão implica.”[1]
Miller no texto “Ato ou Inconsciente” coloca o ato em oposição ao inconsciente, e “esta oposição nos permite distinguir noções complexas e cruciais: passagem ao ato, o acting out, o ato falho e ato analítico.”[2]
Começaremos pelo ato falho em Freud. Desenvolveremos os conceitos de acting out e passagem ao ato, a partir do Caso Dora e da Jovem homossexual, acompanhando pelo Seminário 10 – A angústia.
Seguiremos com o tempo lógico refletindo sobre o curto circuito entre o instante de ver e o momento de concluir presentes na passagem ao ato. Finalizaremos com o ato analítico, que, como nos demonstra a travessia do rubicão, marca um antes e um depois sobretudo na experiência de uma análise.
