logo_bottom2.png

Rua Prof. Ernest Marcus, 91 - Pacaembu - (11) 3675-7689 - Brasil - clin-a@clin-a.com.br

  • Grey Facebook Icon

Todos os Direitos Reservados - © 2018

Desenvolvido por Bruno Senna

Ateliê de leitura do texto “Subversão do sujeito e dialética do desejo”

November 28, 2019

 

Atividade em recesso

Coordenadoras:

Local:Vitória New Port Residence – 291, Cambui, Campinas

Inscrições com as coordenadoras
Valor:100,00 mensais

Horário: das 13h30 às 15h00.

Periodicidade: semanal

 

Em 2018 nos debruçamos na leitura do texto  de Lacan “A significação do falo”. Essa leitura norteou o trabalho de todo o ano. Tivemos bons efeitos, e dentre eles, nos orientar para a participação do Encontro Brasileiro de 2018 “A queda do falocentrismo”. Esse trabalho também  possibilitou abrir novas questões. Uma delas  nos impulsionou a continuar investigando e manter o Ateliê no ano de 2019.

 

         Sobre nosso ponto de interesse destacamos: “O falo como significante dá a razão do desejo ( na acepção em que esse termo é empregado como média e razão extrema  da divisão harmônica)” (LACAN, Escritos p. 700). E é a partir dessa frase que algumas reflexões surgiram.

 

         Se a significação do falo dá a razão do desejo, este surge como efeito no ponto onde a significação fez sua marca. Nesse texto Lacan faz do falo o próprio significante da anulação do imaginário pelo simbólico. É uma operação que produz o significante falo, sem deixar resto. Há uma reabsorção de gozo pelo significante fálico. Mas, quando se trata da confrontação do simbólico com o real, há um resto. O real não se deixa anular, e o gozo não se deixa reabsorver.

 

         Assim, há um gozo que não se deixa significantizar, há um significante especial, não passível de negativização (Φ). Isso faz Lacan promover o termo objeto a, ou seja, introduzir uma escritura para aquilo que, do real do gozo, não é significante, para aquilo que resta quando o simbólico significantiza o real do gozo. O objeto a marca o fracasso do simbólico na tentativa de anular o real, é o que resta do real, não significantizável.

 

         Nossa questão: como pensar o desejo em tempos onde o objeto a é elevado ao zênite social, e o imperativo goza dá as cartas no jogo contemporâneo. Como entra aí  o desejo? Como Lacan percorre esse caminho entre significante e desejo, indo em direção ao objeto a, gozo e real?

 

         Para isso, sentimos necessidade de explorar o texto “Subversão do sujeito e dialética do desejo”, na investigação do termo desejo na primeira clínica de Lacan, antes da invenção do objeto “a”. A partir dessas formulações, ir avançando, cotejando questões do contemporâneo, sem prescindir dos conceitos da primeira clínica.

 

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Em Destaque
Arquivo
Please reload

Procurar por tags

I'm busy working on my blog posts. Watch this space!

Please reload

Siga
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square